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domingo, 30 de janeiro de 2011

Falando de amor

Ferx diz:
Tudo beleza covosco?

[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
tudo, e contigo?

Ferx diz:
tudo na perfeita paz
tirando uma discussão que tô tendo com a impressora aqui

[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
impressoras sempre são temperamentais

Ferx diz:
tô quase terminando com ela

[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
permita que ela dê uma explicação!

Ferx diz:
nossa relação tá ruim faz tempo
quando ela veio morar comigo, piorou.
a gente achou que seria bom, mas ela é cheia de manias
e olha que nem fico cobrando

[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
ela fica pensando que pode ser mais que você... Isso é ruim, muito ruim
principalmente, quando ela deve obediência a você, afinal, você é quem a alimenta, dá abrigo...

Ferx diz:
claro, cadê o respeito?
hahahahaha

[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
ninguém respeita mais os benfeitores hoje em dia!
huhuhuriheurhuirhuiehruhrewuhu!!

Ferx diz:
ainda mais os paternalistas!!!

[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
gente, que horror
já pensou em bater nela? merece uns tapas!

Ferx diz:
Não chega a tanto
ela fica com a luzinha verde pra mim
piscando
fazendo charme

[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
hum... Se ela tá piscando pra você, né, ainda há esperança!


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Elys, valeu pela conversa!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Lembra-se daquele cara que morreu de falência múltipla dos órgãos competentes?

Epitáfios possíveis

"Amava aprender, odiava estudar."

"Sempre quis trabalhar, acabou empregado."

"Grande artista, sua maior performance foi morrer."

"Viveu como um passarinho: quase não comia."

"Ateu ferrenho, conquistou o paraíso."

sábado, 28 de agosto de 2010

Zenithia

Minha nova paixão tem nome: Dragon Quest.

Relutei para jogar, larguei o sétimo episódio ainda no começo (ah, meu saudoso PSOne...), pois eu estava numa fase de querer jogos 'grandiosos', deslumbrado com Final Fantasy, mas aí uma moça muito linda - muito mesmo, vocês nem imaginam - inventou de me dar um Nintendo DS. Baixei Dragon Quest IV - The Chapter of the Chosen e estou há setenta e poucas horas jogando essa belezinha.

Os gráficos são simples, a trama também, mas a história do jogo se mistura em dezenas de historietas que desenrolam no clássico "equipe de heróis salva o mundo", mas de um modo simples, gostoso de acompanhar.


Borya, o feiticeiro ranzinza.


No campo das personagens, o carisma transborda: há o herói (o nome dele é escolhido pelo jogador, uma tradição de Dragon Quest), que teve sua cidade natal destruída por uma horda de monstros; o soldado Ragnar; as irmãs Maya e Meena, que buscam vingança pelo assassinato de seu pai; Alena, a tsarevna (um jeito chique e russo de escrever princesa) fujona que abandona seu reino junto com Kyril, um jovem sacerdote apaixonado por sua princesa, e Borya, o simpático senhor de cabelo wolverinesco da imagem acima. Não podemos esquecer de Torneko, um mercador de armas gordinho e bigodudo!

A trupe pode parecer estranha, especialmente pela presença de Torneko, mas é justamente essa heterogeneidade que torna as personagens tão carismáticas, além do design de personagens de Akira Toriyama ajudar e muito.

Ilustração de 1990 e outra do remake para DS, de 2007.
Quanta diferença, senhor Toriyama!

Dragon Quest IV é o primeiro da trilogia Zenithia, mas não precisa ser jogado antes dos outros, já que a história de cada jogo é independente. O elemento que relaciona todas elas é justamente Zenithia, o castelo no céu - e na época que o jogo saiu, 1990, castelos aéreos não eram moda! -, e seu papel na balança de poder do mundo em que os jogos são ambientados.



O que um mercador usa para acertar inimigos que aparecem no meio da estrada? Um ábaco, claro!

Há tempos queria escrever um pouco sobre jogos aqui e finalmente postei algo, justamente sobre essa série que nunca joguei pra valer. Mas agora com licença, que vou dormir (mentira, vou jogar Dragon Quest).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Pra dar uma aliviada, saboreiem o crássico Homem-Coxinha e o terrível cão-azeitona!


domingo, 13 de janeiro de 2008

Brincadeira soberana


As pipas costuram as nuvens, colchas de retalhos fugidios. Na luta pela hegemonia no céu cerúleo contam-se as baixas: um xis verde e rosa acabara de tombar, um outro cruz caiu em mãos inimigas e o pobre roxinho estatelou-se num emaranhado de cabos negros e tênis velhos amarrados, elementos do chão impuro.

A capucheta mantinha-se em níveis mais humildes, soldado de baixo escalão. O maranhão vermelho e negro reinava supremo desde o começo da tarde, após ter derrubado do poder a arraia azul e cinza, com apoio de um peixinho qualquer e uma pipa de sacola de supermercado, vil, porém de muita ajuda.

Daí a conclusão: a soberania no céu das pipas é democrática, pois cada dia tem seu rei.